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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Hackers usam cartões falsos e levam US$ 40 milhões em caixas eletrônicos

Hackers usam cartões falsos e levam US$ 40 milhões em caixas eletrônicos (Fonte da imagem: Reprodução/Serviços Bancários)

Os roubos, que tem três fases separadas, iniciam com uma invasão às redes dos bancos por meio de malwares instalados nos computadores, muitas vezes instalados por funcionários descuidados que clicam em emails infectados. Com isso, os hackers conseguem acesso remoto aos dados dos clientes e alteram o limite diário de saques.Os caixas eletrônicos dos Estados Unidos estão sofrendo mais uma onda de invasões hackers, mas dessa vez a ameaça é mais grave do que um simples caso de ataque por SMS. Os ladrões estão invadindo os dados dos bancos e removendo as restrições de saques dos clientes, permitindo que, por meio de cartões falsos, eles consigam roubar grandes quantias de dinheiro – chegando a totalizar US$ 40 milhões neste esquema.
Em seguida, os ladrões utilizam cartões falsificados para ir aos caixas eletrônicos e retirar o dinheiro, conseguindo sacar valores até maiores que os disponíveis na conta da vítima. Para garantir que o ataque traga boas somas, os hackers ainda agendam eles para os fins de semana e feriados, quando há menos movimento e mais dinheiro nas máquinas automáticas.

O governo dos Estados Unidos está cobrindo as perdas das vítimas, tornando uma situação extremamente incômoda para os cofres públicos do país. Enquanto isso, não há nenhum registro de ação semelhante no Brasil – embora seja sempre seguro dar uma olhada na conta bancária para garantir que ela não está sendo alvo de nenhum acesso ilegal.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/caixa-eletronico/53237-hackers-usam-cartoes-falsos-e-levam-us-40-milhoes-em-caixas-eletronicos.htm#ixzz2yDGD2BQ4

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Microsoft e Facebook pagam US$ 5 mil a quem "hackear" a Internet

Analistas estimam, utilizando diversos fatores, que o custo com falhas em TI fica na casa dos trilhões


Microsoft e Facebook vão premiar usuários que encontrarem vulnerabilidades na internet. Chamado de Internet Bug Bounty Program, o projeto conta com a ajuda de usuários para identificar e corrigir falhas nos sites.
A recompensa mínima para quem descobrir os bugs nos programas das empresas é de US$ 5 mil e pode aumentar, dependendo da avaliação de uma equipe de revisão formada por funcionários da Microsoft, do Facebook, do Google e outros especialistas em segurança.
O projeto também vai premiar descobertas em outros programas como Sandbox Escapes (5.000 dólares), OpenSSL (2.500 dólares), Python (1.500 dólares), Ruby (1.500 dólares), PHP (1.500 dólares), Django (em breve), o Rails (1.500 dólares), Perl (1.500 dólares), Phabricator (300 dólares), Nginx (500 dólares) e Apache (500 dólares).

Existem apenas duas ressalvas para quem quer participar da iniciativa: o Bug Bounty Program não premiará usuários residentes em países onde os Estados Unidos têm restrições como Cuba, Irã, Coréia do Norte, Sudão e Síria e menores de 13 anos que encontrarem falhas devem receber seus prêmios através de seus pais ou responsáveis legais.

Os interessados devem se inscrever no site clicando aqui, fornecendo nome e endereço de email para cadastro.
Confira os requisitos para as falhas de segurança descobertas:
  • Generalizada: A falha ou vulnerabilidade que deve se manifestar em diversos produtos e pode impactar um grande número de usuários finais;
  • Independente: A vulnerabilidade não pode estar vinculada a produtos de fabricantes exclusivos ou em um mercado dominante;
  • Grave: Aquela que traz consequências graves ao público em geral;
  • Novidade: As falhas devem ser novas ou incomuns.
 Via The Next Web

quinta-feira, 27 de março de 2014

Câmara aprova Marco Civil da Internet


Apoiadores acompanharam da galeria da Câmara legislação considerada a constituição da rede (Foto: Gustavo Lima/Câmara)
Apoiadores acompanharam da galeria lei considerada Constituição da rede (Foto: Gustavo Lima/Câmara)


Após meses de intensas negociações, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25), por votação simbólica, a criação do Marco Civil da Internet, projeto considerado uma espécie de constituição da rede mundial de computadores. Após concessões do governo em pontos antes considerados "cruciais" pelo Planalto, partidos aliados e da oposição retiraram todas as 12 propostas de alteração ao texto que haviam sido apresentadas em plenário (leia aqui a íntegra do texto final aprovado).

Até o PMDB, maior crítico ao relatório do deputado Alessandro Molon (PT-RJ), cedeu e se absteve de defender quaisquer modificações na redação. A proposta, que estabelece direitos e deveres de usuários e provedores de rede, seguirá agora para análise no Senado antes de ir à sanção presidencial.
Considerado "prioridade" pelo governo, o Marco Civil da Internet impedia a deliberação de outros projetos de lei no plenário desde outubro do ano passado, já que tramitava em regime de urgência.

O texto original previa que a neutralidade fosse regulamentada por meio de decreto presidencial.
Neutralidade

Um dos pilares do projeto, a neutralidade de rede, sofreu algumas alterações no texto, mas foi mantido. Por esse princípio, os provedores não podem ofertar conexões diferenciadas, por exemplo, para acesso somente a emails, vídeos ou redes sociais. O principal entrave estava na regulamentação do princípio pelo Poder Executivo, principalmente em relação às exceções à norma.
Partidos da oposição e da base aliada, sobretudo o PMDB, temiam que assim o presidente da República fizesse alterações significativas sem ouvir o Congresso. Para obter acordo, Molon especificou que o tema seria regulamentado "para fiel execução desta lei", sem autonomia para grande modificação por parte do presidente.
O objetivo é destacar que a regulamentação serve exclusivamente para viabilizar a aplicação da Lei do Marco Civil da Internet. Além disso, o relator incluiu ainda a obrigatoriedade de o presidente ouvir a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet (CGI) antes de formular o decreto.
De acordo com o relator do texto, as exceções servirão para garantir prioridade a "serviços de emergência" e a qualidade de algumas transmissões, como vídeos ao vivo. Assim, a transmissão de e-mails, por exemplo, pode ter menor prioridade no tráfego de dados em prol de outros serviços.
Críticos da neutralidade dizem que o princípio restringe a liberdade dos provedores para oferecer conexões diferenciadas conforme demandas específicas de clientes e que sua aplicação obrigatória pode encarecer o serviço para todos indistintamente. A proposta não impede a oferta de pacotes com velocidade diferenciada.
O relator do Marco Civil da Internet, Alessandro Molon (PT-RJ), entrega relatório ao presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN) (Foto: Gustavo Lima/Câmara)O relator do projeto, Alessandro Molon,
entrega relatório ao presidente da Câmara,
Henrique Alves (Foto: Gustavo Lima)
Armazenamento de dados
Para viabilizar a aprovação da proposta, o governo também abriu mão do armazenamento no Brasil de dados de usuários brasileiros, com a instalação de data centers no país de empresas de internet, como o Google e o Facebook.
A medida tinha o objetivo de garantir a privacidade dos internautas e de dados do próprio governo brasileiro diante das denúncias de que os Estados Unidos teriam espionado comunicações da presidente Dilma Rousseff com ministros e assessores.
No entanto, parlamentares da base aliada se opunham à proposta argumentando que a exigência iria encarecer o acesso na internet. Para obter acordo, o relator da proposta, Alessandro Molon (PT-RJ), retirou esse trecho do projeto, com o aval do Planalto, mas reforçou que empresas internacionais precisam respeitar a legislação brasileira no tocante a transmissões de rede ocorridas no país.
"Em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de internet em que pelo menos um desses atos ocorram em território nacional, deverá ser obrigatoriamente respeitada a legislação brasileira, os direitos à privacidade, à proteção dos dados pessoais e ao sigilo das comunicações privadas e dos registros", diz artigo do projeto do Marco Civil.
Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente"
Art. 19 do Marco Civil da Internet,
em trecho referente à liberdade de expressão
Retirada de conteúdo
De acordo com o projeto, provedores de conexão à web e aplicações na internet não serão responsabilizados pelo uso que os internautas fizerem da rede e por publicações feitas por terceiros.
Atualmente não há regras específicas sobre o caso e as decisões judiciais variam - alguns juízes punem sites como o Facebook e Google por páginas ofensivas criadas por usuários, enquanto outros magistrados optam por penalizar apenas o responsável pelo conteúdo.
De acordo com a nova legislação, as entidades que oferecem conteúdo e aplicações só serão responsabilizadas por danos gerados por terceiros se não acatarem ordem judicial exigindo a retirada dessas publicações. O objetivo da norma, segundo Molon, é fortalecer a liberdade de expressão na web e acabar com o que chama de "censura privada".
O trecho era alvo de polêmica, sobretudo entre parlamentares do PMDB. Para o partido, esse artigo ajuda os provedores, mas prejudicará pessoas que eventualmente se sintam constrangidas por algum conteúdo publicado que seja evidentemente ilegal. Isto porque os provedores poderão não se sentir obrigados a retirar o conteúdo após a mera notificação do usuário, já que eles terão a garantia de que só serão responsabilizados se descumprirem ordem judicial exigindo a indisponibilidade da publicação.
Fim do marketing dirigido
Pelo texto aprovado, as empresas de acesso não poderão "espiar" o conteúdo das informações trocadas pelos usuários na rede. Há interesse em fazer isso com fins comerciais, como para publicidade, nos moldes do que Facebook e Google fazem para enviar anúncios aos seus usuários de acordo com as mensagens que trocam.
Essas normas não permitirão, por exemplo, a formação de bases de clientes para marketing dirigido, segundo Molon. Será proibido monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes, salvo em hipóteses previstas por lei.

Sigilo e privacidade
O sigilo das comunicações dos usuários da internet não pode ser violado. Provedores de acesso à internet serão obrigados a guardar os registros das horas de acesso e do fim da conexão dos usuários pelo prazo de seis meses, mas isso deve ser feito em ambiente controlado.
A responsabilidade por esse controle não deverá ser delegada a outras empresas.

Não fica autorizado o registro das páginas e do conteúdo acessado pelo internauta. A coleta, o uso e o armazenamento de dados pessoais pelas empresas só poderão ocorrer desde que especificados nos contratos e caso não sejam vedados pela legislação.
Relator e líder do governo defendem projeto
Após a aprovação, o relator disse acreditar que a Câmara melhorou a proposta do governo. Para Alessandro Molon, apesar das alterações e concessões, ficaram garantidos os princípios que ele considera pilares do Marco Civil da Internet: a neutralidade na rede, a privacidade e a liberdade de expressão.
Hoje nada impede que a navegação do usuário seja gravada, identificada e vendida, violando a privacidade do usuário. Com o Marco Civil isso não poderá acontecer"
Alessandro Molon (PT-RJ),
relator do Marco Civil da Internet
"Hoje nada impede que a navegação do usuário seja gravada, identificada e vendida, violando a privacidade do usuário. Com o Marco Civil isso não poderá acontecer. Também não existe lei que garanta que não haverá cobrança para uso diferenciado do acesso à internet, para quem quiser baixar música, assistir vídeo. O marco proíbe isso e coloca em lei essa proibição, algo que nos Estados Unidos caiu no Judiciário, mas ainda não tem lei", explicou.
O líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), agradeceu pela aprovação e disse que os deputados superaram preocupações de cunho político e ideológico. Ele negou que a lei seja uma forma de o governo intervir na liberdade da internet.

terça-feira, 25 de março de 2014

Microsoft descobre falha no Office; Saiba como impedir infecções




A Microsoft emitiu alerta após descobrir uma falha de segurança no Word que permite a execução de códigos remotos a partir do software. Enquanto trabalha numa solução para o problema, a empresa fez uma série de recomendações que evitam contaminações.
Como explica o Código Fonte, a contaminação ocorre quando o usuário abre um arquivo RTF criado com alguma versão afetada do programa de edição de textos. Também caso seja aberto um RTF criado no Outlook enquanto o Word é usado para visualização de mensagens.
Talvez isso seja um problema mais grave para quem usa as versões 2007, 2010 e 2013 do gerenciador de e-mails, porque nelas o Word é o visualizador padrão.
Por ora, as recomendações são desabilitar a abertura de conteúdo RTF no Microsoft Word, ler e-mails em textos simples (opção presente no Outlook 2003, 2007, 2010 e 2013) e usar o arquivo Política de Bloqueio do Microsoft Office.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/microsoft-descobre-falha-no-office-saiba-como-impedir-infeccoes/41012

Criador da Web divulga apoio ao Marco Civil da Internet no Brasil

Tim Berners-Lee, durante passagem pelo Brasil em 2009. (Foto: G1)Tim Berners-Lee, durante passagem pelo Brasil
em 2009. (Foto: G1)
O homem tido como criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, divulgou nesta segunda-feira (24) um comunicado no qual apoia o Marco Civil da Internet no Brasil, segundo a World Wide Web Foundation.
O projeto foi criado para estabelecer direitos dos internautas brasileiros e obrigações de prestadores de serviços na web (provedores de acesso e ferramentas on-line), e deve ser votado pela Câmara dos Deputados nesta semana.
“Pessoas em todos os lugares estão demandando que seus direitos humanos sejam protegidos online. Se o Marco Civil for aprovado, sem mais adiamentos, este teria o melhor presente de aniversário possível para os usuários da web no Brasil e no mundo”, afirma o comunicado, lembrando os 25 anos da internet.
“Eu espero que com a aprovação desta lei, o Brasil solidifique sua orgulhosa reputação como um líder mundial na democracia e no progresso social, e ajude a inaugurar uma nova era – onde os direitos dos cidadãos em todos os países ao redor do mundo sejam protegidos por leis digitais de direitos.”
“Claro que ainda há discussões sobre algumas áreas, mas o projeto reflete a Internet como ela deveria ser: uma rede aberta, neutra e descentralizada, na qual os usuários são o motor para colaboração e inovação.  A lei tem entre seus fundamentos a garantia de direitos humanos como privacidade, cidadania e a preservação da diversidade e do propósito social da Web”, completa o texto.O comunicado acrescenta que “como a Web, o Marco Civil foi criado por seus usuários – um processo inovador, inclusivo e participativo que resultou em uma política que equilibra os direitos e responsabilidades dos indivíduos, governos e corporações que usam a internet”.
Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/03/criador-da-web-divulga-apoio-ao-marco-civil-da-internet-no-brasil.html

segunda-feira, 17 de março de 2014

Hackers roubam dados de 40 milhões de cartões de credito nos EUA

Hackers roubam dados de 40 milhões de cartões de credito nos EUA
Empresa é quase uma Havan norte-americana (Fonte da imagem: Reprodução/Platform Nation)

A invasão que resultou no roubo desses dados aconteceu em dezembro de 2013, mas somente a gora foi divulgada a natureza do problema. A Target, que tinha acabado de instalar um novo sistema de segurança da Symantec para se proteger, estava com a função de remoção automática de malwares desligada e, quando foi avisada da invasão, simplesmente não fez nada, permitindo aos atacantes operarem com seu código malware invasor sem qualquer restrição.Quando se vê uma notícia relacionada a um ataque hacker, as vítimas, quando são grandes empresas, normalmente tentaram se defender ou então só perceberam o desastre depois do ocorrido. Entretanto, a Target, uma companhia norte-americana que opera uma lojas de departamentos físicas e uma online, além de outros serviços, conseguiu perder dados de cartões de crédito de 40 milhões de clientes simplesmente porque ignorou os avisos do seu próprio sistema de segurança.
Os detalhes são da revista Bloomberg Businessweek, que afirma ainda que a empresa agora tenta fazer o controle de danos, implementando novos métodos de autenticação para o uso dos cartões de crédito que tiveram suas informações roubadas. Além do mais, até hoje está sendo feito um trabalho de rastreamento do malware que infectou o sistema da companhia e “passou despercebido”.
Não está claro o porquê de tanta negligência, uma vez que a empresa não confirmou como foi atacada, mas especula-se que uma posição do departamento de TI da empresa estava vacante naquele período, o que pode ter facilitado a ação dos criminosos. Mesmo assim, com o sistema de segurança emitindo vários avisos sobre a brecha, seria bastante difícil não ver o que estava acontecendo.
Até o momento, não há informações sobre o uso desses dados para realizar compras ilegais ou se a empresa conseguiu resolver de vez a brecha de segurança.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/52372-hackers-roubam-dados-de-40-milhoes-de-cartoes-de-credito-nos-eua.htm#ixzz2wE6K5zDT

quinta-feira, 6 de março de 2014

Novo vírus de computador se espalha da mesma forma que a gripe




Pesquisadores da Universidade de Liverpool criaram um vírus de computador que se comporta de forma semelhante ao da gripe, se espalhando pelo ar, sem ao menos depender de um computador para isso. Chamado "Chameleon", ele usa redes Wi-Fi para alcançar suas vítimas.

O Chameleon não fica alojado no PC, mas sim no ponto de acesso, recolhendo informações de qualquer um que passar por ela. E é inteligente o suficiente para ignorar sistemas mais bem protegidos, assim, sempre que topa com informações criptografadas, o malware não se ocupa em descobri-la, passando para o próximo alvo.

Alan Marshall, professor de segurança de rede da Universidade de Liverpool, explicou ao Mashable que o vírus não afeta a forma como os dispositivos se comportam, ele só coleta e envia as informações contidas neles. Então usa as máquinas para chegar a outras redes Wi-Fi e continuar se espalhando. Tal qual uma gripe, ele atua mais rapidamente em regiões mais populosas.

Como o Chameleon fica alocado no ponto de acesso, e não num computador, smartphone, tablet, as soluções convencionais de segurança não são capaz de combatê-lo. A boa notícia é que o vírus existe somente num laboratório, onde os pesquisadores já trabalham para criar uma "vacina".

segunda-feira, 3 de março de 2014

Como remover vírus de atalhos do Pen Drive (explicado e comentado)


Olá de novo pessoas, aqui é o Victor, fiquei um tempo sumido arrumando impressoras e ar-condicionados ocupado com os assuntos de faculdade, mas, aqui estou eu de volta, trazendo novos tutoriais para vocês!

Este tutorial de hoje sei que tem em alguns sites por aí, mas, navegando por estes, não encontrei nenhum que explicava como funciona o comando que remove os vírus, somente ensinam a retirar e pronto. Mas, como aqui no CyberTech somos escravizados, chicoteados e obrigados a fazer tudo o que o chefe manda diferenciados hoje, eu Victor, após aprender o básico sobre MS-DOS e Batch (que é a base para ser usada no prompt conhecido hoje nos Windows) na faculdade, vou ensinar para vocês como funciona o comando que remove o vírus de atalhos do Pen Drive! \o

Removendo o vírus de atalhos do Pen Drive

Então vamos lá, abra o menu iniciar e procure pelo prompt de comando.

- Se for Windows XP ou anterior, abra o "Executar..." e digite "cmd".
- Se for Windows 7, digite "prompt" e abra o "Prompt de Comando".
- Se for Windows 8, clique com o botão direito no lugar onde costumava ficar o menu iniciar e clique em "Prompt de Comando (Admin)".

Agora a tela do prompt se abrirá. Na linha de comando digite o seguinte comando: attrib -h -r -s /s /d E:\*.*

Onde está o "E:\", substitua pela letra (unidade) que seu Pen Drive está no PC.

Comando de remoção do vírus sendo executado no Prompt de Comando

Pronto, o vírus de atalhos está removido de seu Pen Drive! o/

Mas Victor, você não havia prometido que iria explicar como o comando funciona?

Pois vamos a explicação agora.

Para observar como o comando "attrib" funciona, digite no prompt: attrib /?

Detalhamento do comando "attrib"

Aqui podemos ver todas as propriedades do comando "attrib", observe as que são utilizadas no comando para a remoção do vírus.

-h = Limpa o atributo de arquivo oculto. (h vem de hidden, ou oculto)
-r = Limpa o atributo de arquivo de somente leitura. (r vem de read, ou leitura)
-s = Limpa o atributo de arquivo do sistema. (s vem de system, ou sitema)

/s = Processa (neste caso limpa) todos os arquivos do seu Pen Drive, inclusive aqueles que estão em subpastas. (s vem de subdirectory, ou subdiretório/subpasta)
/d = Inclui pastas no processamento (neste caso limpeza), sem este adicional o sistema iria limpar apenas arquivos, e não checaria pastas. (d vem de directory, ou diretório/pasta)

Obs.: O "*.*" no fim do comando indica um coringa, ou seja, um caracter que representa tudo. Ao invés de limpar arquivo por arquivo, digitando "*.*" você limpa tudo de uma vez. "*" representa "tudo", sendo assim, você limpa "tudo.tudo" ou seja todos os arquivos, de todas as extensões.

Então, o que este comando faz é nada mais do que limpar atributos dos arquivos do seu Pen Drive, que o vírus havia atribuído, inutilizando seus arquivos.

Bom, é isso aí pessoal, espero que tenham gostado deste tutorial e que ele seja útil para vocês! :D

Por favor, comentem, critiquem, elogiem e, se houver alguma falha ao longo do post, apontem por favor! e.e

Um grande abraço, e um high five do seu amigo, Victor! o/

domingo, 2 de março de 2014

Kaspersky identifica primeiro vírus para Android a usar rede Tor



A equipe de pesquisadores da Kaspersky revelou uma novidade do mundo para os malwares para o Android. O refinamento das pragas para o sistema do Google chegou a um ponto que agora a rede anônima Tor já está sendo usada nos ataques.

Para quem não conhece, a rede Tor (The Onion Router), é um software que permite que usuários naveguem de forma anônima na internet, criptografando o tráfego de dados entre usuário e servidor. As informações também são distribuídas entre os diversos nós da rede antes de chegar ao usuário final, de forma a tornar praticamente impossível a identificação da pessoa. Ele também pode ser usado para hospedar sites em uma rede escondida. Por isso ele é tão usado na Deep Web.

Agora a prática está sendo usada para afetar celulares com Android. Segundo a Kaspersky, o vírus usa um site da encriptado pelo Tor como um servidor command-and-control, que pode ser usado para enviar instruções para a praga.

A prática não é nova nos desktops, mas é a primeira vez que é observada em um sistema móvel, seguindo a tendência de ataques cada vez mais frequentes e refinados a aparelhos móveis, com dados pessoais valiosos.

O vírus em questão é capaz de interceptar mensagens SMS e coletar outras informações como número de telefone, código de IMEI do aparelho e recolher informações de coordenadas de GPS. E como o malware usa a rede Tor, fica difícil determinar a origem e a identidade da pessoa por trás da ameaça.

Deep Web vai lançar mensageiro instantâneo anônimo

O Tor é uma ferramenta incrível de anonimidade na web e agora esse poder está próximo de facilitar a vida de quem quer trocar mensagens de forma anônima, já que um mensageiro instantâneo está sendo desenvolvido.

O "Tor Messenger" utilizaria a rede anônima para transmitir a mensagem de um usuário para outro. O software poderia ser disponibilizado sozinho, de forma independente ou incluído no Tor Browser Bundle, que permite que usuários utilizem um navegador já configurado para navegar de forma anônima.

Contudo, o mensageiro do Tor ainda está em fase de planejamento, mas em breve os desenvolvedores devem colocar a mão na massa. Ele será desenvolvido sobre o Instabird, um mensageiro instantâneo de código aberto.

O desenvolvimento incluirá criptografia OTR (Off-the-Record Messaging) e as mensagens passarão pela rede Tor. A expectativa é que ele esteja pronto ainda em março, mas o projeto não inclui um prazo final.

O site de desenvolvedores, onde o projeto foi identificado pelo Daily Dot, diz que auditores independentes deverão dar seu aval para a plataforma. O app também deve ser traduzido para diversas línguas, entre elas as árabes, onde há uma censura maior ao ativismo político. Assim, eles poderiam se comunicar de forma mais segura.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Hackers acham falha em roteador e avisam vítimas por documento de texto

Hackers acham falha em roteador e avisam vítimas por documento de texto                                      (Fonte da imagem: Reprodução/Arstechnica)

Imagine-se organizando seu HD externo quando, de repente, você encontra um documento de texto que não estava lá, cujo nome começa com "AVISO_VOCÊ_ESTÁ_VULNERÁVEL". Esse desespero aconteceu com Jerry, um sujeito que usava um roteador da ASUS para acessar arquivos em rede e foi vítima de um ataque hacker que explorou uma falha no equipamento.
"Essa é uma mensagem automática enviada para todos os afetados. Seu roteador (e todos os seus documentos) podem ser acessados por qualquer um no mundo com uma conexão com a internet. Você precisa proteger-se e aprender mais lendo a notícia a seguir", diz o recado, que termina com um simpático "Espero que tenhamos ajudado".
O problema está nos roteadores: há duas semanas, endereços de IP vulneráveis vazaram na internet, junto com um documento contendo uma lista de arquivos armazenados por essas pessoas. Mas o buraco é bem mais embaixo, pois o primeiro estudo de uma firma de segurança que detectou problemas nesses aparelhos já tem oito meses.

Hackers acham falha em roteador e avisam vítimas por documento de texto                                      (Fonte da imagem: Reprodução/Arstechnica)

A falha é explorada por aparelhos que habilitam o serviço de proteção HTTPS pela função AiCloud. Ativar itens como "Cloud Disk" e "Smart Acess" deixaria aparelhos USB conectados na traseira dos roteadores vulneráveis à exploração. Os modelos afetados seriam os seguintes: RT-AC66R, RT-AC66U, RT-N66R, RT-N66U, RT-AC56U, RT-N56R, RT-N56U, RT-N14U, RT-N16 e RT-N16R.
Como proteção, recomenda-se que donos de roteadores que estejam vulneráveis instalem todas as atualizações possíveis, mudem qualquer senha que esteja em padrão e desligue funções que não estejam sendo usadas no momento, como acesso remoto, nuvem e opções de FTP. A ASUS ainda não se pronunciou sobre o caso.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/51450-hackers-acham-falha-em-roteador-e-avisam-vitimas-por-documento-de-texto.htm#ixzz2tgflHFxy