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quinta-feira, 27 de março de 2014

Pesquisa afirma que usar celular pode diminuir sua expectativa de vida

E mais um capítulo na velha guerra do “usar celular faz mal ou não?” se inicia. A pesquisa da vez, segundo o Olhar Digital, vem da Associação de Quiropraxistas do Reino Unido – de acordo com eles, usar smartphones pode reduzir drasticamente sua expectativa de vida.
O motivo para isso, no entanto, é algo que você provavelmente não esperava: sua postura. O fato é que a má postura – aquela inclinada, clássica de quem usa computadores e aparelhos móveis (provavelmente essa que você está fazendo agora) – pode causar a hipercifose. Essa doença, por sua vez, é associada a problemas pulmonares e cardiovasculares.

Mas em quanto aumentam esses riscos? Ao que a pesquisa revelou, as chances simplesmente dobram. Felizmente, a solução nesses casos não é largar os aparelhos eletrônicos, e sim tentar diminuir seu uso; além disso, ficar atento à sua postura para que ela esteja sempre correta é vital, é claro  afinal, isso não é causado apenas pela utilização de computadores e celulares.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/celular/52767-pesquisa-afirma-que-usar-celular-pode-diminuir-sua-expectativa-de-vida.htm#ixzz2xATddvrw

quinta-feira, 6 de março de 2014

Novo vírus de computador se espalha da mesma forma que a gripe




Pesquisadores da Universidade de Liverpool criaram um vírus de computador que se comporta de forma semelhante ao da gripe, se espalhando pelo ar, sem ao menos depender de um computador para isso. Chamado "Chameleon", ele usa redes Wi-Fi para alcançar suas vítimas.

O Chameleon não fica alojado no PC, mas sim no ponto de acesso, recolhendo informações de qualquer um que passar por ela. E é inteligente o suficiente para ignorar sistemas mais bem protegidos, assim, sempre que topa com informações criptografadas, o malware não se ocupa em descobri-la, passando para o próximo alvo.

Alan Marshall, professor de segurança de rede da Universidade de Liverpool, explicou ao Mashable que o vírus não afeta a forma como os dispositivos se comportam, ele só coleta e envia as informações contidas neles. Então usa as máquinas para chegar a outras redes Wi-Fi e continuar se espalhando. Tal qual uma gripe, ele atua mais rapidamente em regiões mais populosas.

Como o Chameleon fica alocado no ponto de acesso, e não num computador, smartphone, tablet, as soluções convencionais de segurança não são capaz de combatê-lo. A boa notícia é que o vírus existe somente num laboratório, onde os pesquisadores já trabalham para criar uma "vacina".

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Quer ver um coração batendo em plena cirurgia? [vídeo]

Quer ver um coração batendo em plena cirurgia? [vídeo]
Se você é fã de séries como Grey’s Anatomy e o saudoso Plantão Médico, então deve ter assistido a algum episódio dramático no qual um paciente em estado grave ou com alguma condição bizarra fica com o peito aberto — e com o coração lá, pulsando — durante uma complicada cirurgia, não é mesmo? Pois, se alguma vez você teve curiosidade em saber como é que esses procedimentos acontecem na vida real, então, se prepare para ver o


De acordo com o site Boing Boing, o clipe acima foi capturado durante uma cirurgia de ponte de safena realizada no Hospital Sunnybrook de Toronto, e o paciente foi identificado apenas pelo nome de “Lou”. Segundo a publicação, as imagens mostram o coração de Lou batendo momentos antes que os médicos parassem o órgão temporariamente e conectassem o paciente a uma máquina coração-pulmão para a realização do procedimento.
A cirurgia é feita quando as artérias do paciente se encontram obstruídas e não conseguem mais fornecer sangue suficiente para que o coração possa funcionar corretamente, e o objetivo é melhorar o fluxo sanguíneo. No caso de Lou, aparentemente a cirurgia foi um sucesso, e ele deu consentimento para que as imagens fossem divulgadas pelo hospital.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/corpo-humano/42204-quer-ver-um-coracao-batendo-em-plena-cirurgia-video-.htm

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

7 lendas urbanas sobre o sexo

7 lendas urbanas sobre o sexo
Quando o assunto é o que acontece entre quatro paredes — ou não, caso você seja mais aventureiro —, a verdade é que existem muitos mitos que, de tão disseminados, acabaram sendo aceitos como verdades. Pensando nisso, resolvemos fazer uma seleção de lendas urbanas sobre o sexo nas quais muita gente acredita, mas que não são reais. Confira:

1 – Depois dos 40 a vida acaba

Fonte da imagem: pixabay
Não pense que os homens a partir dos 40 anos de idade só podem “curtir a vida” com a ajudinha de medicamentos. Eles podem aproveitar tanto quanto os mais jovens e, embora as atividades sejam menos intensas do que na juventude, eles ainda contam com a experiência a seu favor. O que interfere na verdade são alguns problemas de saúde relacionados à idade — como hipertensão, diabetes e obesidade —, que podem resultar em dificuldades nessa área.

2 – Ponto de debate

Fonte da imagem: pixabay
Já ouviu falar do mitológico Ponto G e sobre o incrível debate que ele gera entre os especialistas sobre a sua existência ou não? Pois — alegrem-se meninas! — pesquisadores franceses encontraram evidências físicas de que ele existe sim, na forma de um tecido um pouco mais denso do que o normal localizado na parede anterior da vagina, próximo à uretra.
Segundo os especialistas, infelizmente o Ponto G não parece estar presente em todas as mulheres, mas, nas sortudas que contam com ele, o funcionamento desse “botãozinho mágico” depende da sensibilidade de cada mulher e das habilidades de seus parceiros.

3 – Sete segundos

Fonte da imagem: shutterstock
Já ouviu aquela história de que os homens pensam “naquilo” uma vez a cada sete segundos? Então, um estudo apontou que esse intervalo de tempo é bem variável, e apenas 23% dos participantes admitiram fantasiar com frequência. Bem, melhor não descartar completamente a possibilidade de que os restantes 77% mentiram ou estavam ocupados demais para ficar checando o cronômetro!

4 – Os casados se divertem menos

Fonte da imagem: pixabay
Esse papo de que as pessoas casadas se “divertem” menos foi desmentido em 2006 por um estudo realizado pela London School of Hygiene and Tropical Medicine, que, depois de avaliar dados levantados em 59 países, concluiu que eles são tão ativos quanto os solteiros.

5 – A idade do auge

Fonte da imagem: shutterstock
Você já deve ter ouvido que os meninos chegam ao seu ápice sexual aos 18 anos, enquanto para as meninas isso ocorre mais tarde, aos 28 anos. Esse mito veio do fato de que os níveis de testosterona nos homens alcançam seu pico por volta dessa idade, e esse é apenas um pequeno fator entre muitos outros relacionados com a performance sexual masculina. Já as mulheres nem contam com uma idade específica para alcançar esse suposto ápice.

6 – Os jovens de hoje são mais precoces

Fonte da imagem: shutterstock
Apesar de hoje em dia termos a impressão de que os jovens iniciam suas vidas sexuais mais cedo, um estudo realizado por pesquisadores britânicos apontou que, na verdade, assim como em gerações passadas, a atividade sexual geralmente começa — em média — entre as idades de 15 e 19 anos, sendo que as meninas começam mais cedo.

7 – Promiscuidade e DSTs

Fonte da imagem: shutterstock
Ao contrário do que muita — muita — gente pensa, a promiscuidade e a incidência de doenças sexualmente transmissíveis não andam necessariamente de mãos dadas. Tanto que um estudo surpreendeu uma equipe de pesquisadores britânicos, que esperava encontrar um maior índice de promíscuos na África, já que várias regiões do continente apresentam taxas de enfermidades de transmissão sexual altíssimas.
Contudo, os pesquisadores descobriram que, ao contrário do que esperavam, o número de pessoas que praticam sexo regularmente com múltiplos parceiros é muito maior nos países industrializados. O que isso nos diz? Que hoje não podemos nunca — jamais — basear nossas escolhas em “achismos”, e que o uso de proteção é absolutamente indispensável.

Outros mitos curiosos

  • Segundo a ciência, não existe relação entre o tamanho dos pés e dos órgãos genitais masculinos;
  • Não existem ossos no interior do pênis, portanto, tecnicamente, ele não quebra. Contudo, isso não significa que os meninos não precisem ter cuidado, pois seus amiguinhos podem sofrer traumas causados pelo rompimento de estruturas internas;
  • Apesar de o risco sermenor, é totalmente possível que uma mulher engravide se ocorrerem relações sexuais durante o período menstrual e o casal não usar métodos contraceptivos;
  • E por falar em métodos contraceptivos, a aspirina só funciona para dores de cabeça mesmo, e não para evitar as dores de cabeça de uma gravidez indesejada. Ficar pulando feito louca depois de fazer bobagens também não tem nenhum efeito;
  • Por mais controlados que sejam em suas vidas, os melhores “amiguinhos” dos homens têm vida própria, e nenhum rapaz é capaz de suprimir voluntariamente uma ereção.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Astrônomo acredita que vamos detectar vida alienígena até 2040

Astrônomo acredita que vamos detectar vida alienígena até 2040
Você acredita que existam seres de outro planeta e que é uma bobagem pensar que somos a única população inteligente no universo?  Há quem acredite, mas há também quem não tenha tanta certeza disso. No entanto, um astrônomo (que é do time dos que acreditam na vida alienígena) afirmou que poderemos detectar ETs em um futuro bastante próximo.
Segundo Seth Shostak — do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence Institute), de Mountain View, na Califórnia —, a primeira detecção de vida extraterrestre inteligente chegará, provavelmente, no ano de 2040. De acordo com as suas afirmações, nessa época os astrônomos terão digitalizado sistemas estelares suficientes para descobrir sinais eletromagnéticos alienígenas.
"Eu acho que nós vamos encontrar seres de outro planeta dentro de duas dezenas de anos usando esses tipos de experiências", disse Shostak no dia 06 de fevereiro de 2014, durante uma palestra no simpósio NASA Innovative Advanced Concepts (NIAC), que aconteceu na Universidade de Stanford.

Considerações e argumentos

Para Shostak, a capacidade de poder observar um número muito mais significativo de sistemas estelares é o que fará a diferença para encontrar sinais.
Segundo o site Space.com, o otimismo de Shostak é baseado, em parte, pelas observações do telescópio espacial Kepler da NASA, que mostrou que a Via Láctea provavelmente esteja repleta de mundos capazes de suportar a vida como conhecemos.
Fonte da imagem: Shutterstock
"A questão é que uma em cada cinco estrelas tem pelo menos um planeta onde a vida pode existir. Essa é uma porcentagem fabulosamente grande e isso significa que em nossa galáxia podem existir dezenas de bilhões de mundos semelhantes à Terra", disse o astrônomo.
Shostak e seus colegas creem que pelo menos alguns desses mundos abrigam alienígenas inteligentes, que desenvolveram a capacidade de enviar sinais eletromagnéticos para o cosmos. Então, os pesquisadores estão apontando detectores de rádio para o céu, na esperança de captar algo produzido pelos ETs.
Esta pesquisa começou em 1960, quando o astrônomo Frank Drake examinou (e registrou) duas estrelas como o Sol com uma antena de 26 metros em West Virginia. Esses achados aumentaram consideravelmente ao longo do último meio século, com os astrônomos aproveitando melhor os avanços significativos em eletrônica e tecnologia digital.
No entanto, obter financiamento suficiente para manter a avaliação dos céus é um problema constante. Por exemplo, o Allen Telescope Array, no norte da Califórnia — que o Instituto SETI usa — foi projetado para consistir de 350 radares de rádio, mas apenas 42 foram construídos até o momento.
A situação dos financiamentos atinge qualquer discussão sobre as atividades do SETI e seus cronogramas, segundo Shostak. A estimativa prevista por ele sobre 2040, por exemplo, depende de financiamento contínuo ao SETI, o que está em falta agora, de acordo com sua entrevista ao Space.com.

Vida no espaço

Que existem formas de vida fora da Terra — do ponto de vista biológico, como microorganismos —, além de elementos químicos, metais e até água, isso já foi comprovado em algumas observações. Afinal, a busca por vida alienígena não se concentra apenas em sociedades tecnológicas.
Muitos outros cientistas estão focando em formas de vida simples, que devem estar distribuídas muito mais comumente em todo o universo. A primeira evidência de vida microbiana na Terra, por exemplo, data de 3,8 bilhões de anos — apenas 700 milhões de anos após o nosso planeta se formar.
Mas foram necessários mais 1,7 bilhão de anos para a vida multicelular evoluir. Os seres humanos não surgiram até 200 mil anos atrás, e nós apenas nos tornamos uma espécie verdadeiramente “tecnológica” a partir do século passado, praticamente.

domingo, 11 de agosto de 2013

Estudo diz que uso de celulares não influencia em acidentes de trânsito

Estudo diz que uso de celulares não influencia em acidentes de trânsito 
(Fonte da imagem: Reprodução/Market Watch)

Quem dirige, sabe que a utilização de celulares pode atrapalhar bastante a direção — além de que a combinação é considerada uma infração de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito. Mas estudos de uma universidade norte-americana começam a por em cheque a teoria que vem sendo aceita há muitos anos, pois diz que a utilização de aparelhos celulares não influencia diretamente no número de acidentes de trânsito.
Em uma parceria entre as Universidades de Londres (Inglaterra) e Carnegie Mellon (Estados Unidos), pesquisadores realizaram estudos aprofundados sobre o número de acidentes ocorridos em nove estados durante um período que vai do ano de 2002 até 2005. E não foram encontradas relações diretas entre a utilização dos celulares com acidentes de trânsito após às nove da noite — horário em que as ligações ficam mais baratas.
Responsáveis pela pesquisa afirmam que ela se difere de outros estudos similares porque se aproveita de recursos do mundo real para chegar aos resultados — não levando em consideração entrevistas com um pequeno número de pessoas. Com isso, apenas elementos reais estariam sendo utilizados pelos pesquisadores, sem qualquer chance de manipulação das informações.
Mesmo assim, é válido dizer que os anos utilizados na pesquisa não envolviam um número tão grande de celulares quanto hoje e que as funções deles eram bem diferentes. Entre 2003 e 2005, a conexão entre telefones celulares e acidentes de trânsito seria limitada às ligações. Hoje, as funções dos aparelhos dão diversas outras possibilidades e influenciam os motoristas de outras formas — como as mostradas por esta pesquisa.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/pesquisa/43061-estudo-diz-que-uso-de-celulares-nao-influencia-em-acidentes-de-transito.htm#ixzz2bgvaq700

terça-feira, 6 de agosto de 2013

NASA divulga imagem com todos os asteroides que poderiam destruir a Terra

NASA divulga imagem com todos os asteroides que poderiam destruir a Terra
Não é segredo para ninguém que a NASA está de olhos bem abertos vigiando o espaço à caça de asteroides cujas órbitas potencialmente ofereçam risco de colisãocom o nosso planeta. Tanto é assim que a agência espacial inclusive lançou umdesafio público, pedindo que membros da comunidade, parceiros internacionais, associações e centros de pesquisa se unam à sua causa e apontem seus telescópios aos céus.
De acordo com o site POPSCI, a NASA já identificou 1.397 desses astros — você pode conferir a lista completa desses danadinhos através deste link —, e agora decidiu divulgar uma espécie de mapa que traça as trajetórias de todos eles. Para criar a imagem, a agência norte-americana considerou objetos com mais do que 105 metros de diâmetro e cujas órbitas passam a menos de 7,4 milhões de quilômetros de distância de nós.
O resultado? Além de produzir a belíssima imagem que abre esta notícia, não podemos negar que o panorama parece preocupante, não é mesmo? Mas, mesmo com tantos objetos passando — ao que parece — de raspão pela Terra, a NASAassegura que nenhum dos asteroides mapeados oferece risco de choque, pelo menos durante os próximos 100 anos.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Cerveja pode deixar os homens mais inteligentes!

Eu já sabia: Cerveja pode deixar os homens mais inteligentes!
Que as pessoas mais inteligentes bebem mais álcool, nós (pessoas inteligentes) já está sabíamos há tempos. Agora, um novo estudo feito pelos cientistas da Universidade de Illinois (nos Estados Unidos) descobriu que os homens que bebem cerveja podem apresentar resultados intelectualmente mais privilegiados do que aqueles que não a tomam.
A pesquisa consistiu na resolução de um jogo de quebra-cabeças por dois grupos, totalizando 40 homens. Nisso, a uma das equipes foram disponibilizados alguns litros de cerveja geladinha, enquanto a outra não bebeu nada durante a solução do problema. Resultado: aqueles rapazes que tomaram a bebida alcoólica conseguiram resolver 40% mais questões do que os abstinentes.
E não é só isso: o pessoal que teve acesso ao líquido dourado que faz uma espuma ótima quando colocado em um copo comprido ainda resolveu os problemas em menos tempo! Para resolver os quebra-cabeças, o pessoal vitorioso levou 12 segundos, enquanto o grupo da sobriedade levou 15,5.

O estudo foi feito por profissionais

“Nós descobrimos que as pessoas que ingeriram uma pequena quantidade de álcool desempenharam resultados menos eficientes em tarefas que requerem o uso da memória, mas essas mesmas pessoas conseguiram se sair melhor na resolução de problemas que pedem saídas mais criativas”, afirma a psicóloga Jennifer Wiley, em uma publicação no site da FABBS  (Federation of Associations in Behavioral and Brain Sciences).
Fonte da imagem: Reprodução/ShutterstockOs cientistas também constataram que grupos de três pessoas conseguem progredir com mais eficiência do que grupos com apenas dois membro, devido ao menor pudor de entrar em discussões entre mais indivíduos. Além disso, Wiley também afirma que as melhores ideias podem surgir quando as pessoas não estão totalmente concentradas em apenas uma tarefa. “De vez em quando é bom estar distraído”, afirma a psicóloga.
É claro que isso não significa que você pode sair por aí tomando litros e mais litros da cerveja, a fim de ficar mais inteligente... Ou será que significa?

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Você sabia que foi uma menina de 11 anos quem deu o nome a Plutão?

Você sabia que foi uma menina de 11 anos quem deu o nome a Plutão?
Você gostaria de dar um nome para um planeta ou uma estrela? Pois, em 1930, uma menina inglesa de 11 anos despretensiosamente sugeriu o nome do atual planeta-anão Plutão (“Pluto”, em inglês). E a sugestão nada tinha a ver com o cachorrinho de estimação do Mickey, que também surgiu naquela época.
Isso porque, segundo o site Today I Found Out, o Pluto da Disney também foi criado em 1930, mas primeiramente com o nome de “Rover”. Apenas em 1931, no episódio “Moose Hunt” é que o personagem ganhou seu nome definitivo. Portanto, a menina não se baseou nos desenhos e sim em sua admiração pela mitologia grega e romana.

Sugestão no café da manhã

Venetia na época da sugestão do nomeFonte da imagem: Reprodução/Wikipedia
A garotinha que teve a ideia do nome era Venetia Burney, uma inglesa que vivia em Oxford, na Inglaterra com a sua mãe e seus avós. Ela tinha uma família de estudiosos, sendo que seu pai — que morreu quando ela tinha apenas seis anos — era professor de Interpretação da Sagrada Escritura na Universidade de Oxford e seu tio-avô, Henry Madan, foi um importante mestre em ciências que nomeou duas luas da órbita de Marte: Deimos e Phobos.
O fato é que, no dia 14 de março de 1930, Venetia e sua família estavam reunidas em volta da mesa tomando café da manhã quando o nome foi sugerido, depois do avô da menina, Falconer Madan, comentar sobre a notícia da descoberta de um novo planeta na época (atualmente categorizado como anão).
A notícia publicada no The Times de Londres naquele dia de 1930 divulgou o seguinte:
Professor Harlow Shapley, diretor do Observatório de Harvard, anunciou hoje que o Observatório Lowell em Flag-staff, Arizona, descobriu um nono planeta. O planeta, que ainda não foi nomeado, está além de Netuno. É, provavelmente, maior do que a Terra, mas menor do que Urano.
A descoberta confirma a crença do falecido Dr. Percival Lowell que tal planeta existia e era, na verdade, o resultado de uma busca sistemática de vários anos em prol da crença do Dr. Lowell. Professor Shapley considera a descoberta mais importante desde a que revelou Netuno em 1846.

Planeta escuro

Ainda com menos artifícios para saber exatamente o tamanho dos planetas na época, a notícia acima foi divulgada sem os estudos suficientes para mensurar a dimensão de Plutão. Mas o fato é que o corpo celeste ainda não tinha nome e um debate rolou na mesa do café da manhã de Venetia.
Por gostar muito da mitologia grega e romana, e estar atualizada nos estudos dos planetas e suas distâncias relativas a partir do sol, a menina achou que o nome Plutão (Pluto) fosse ideal. Isso porque ela argumentou que Plutão é o deus do submundo e, geralmente, morava em um lugar que a luz solar não alcançava, fazendo com que este parecesse um nome apropriado para um planeta remoto e escuro.

Nome aceito

Seu avô, que era um funcionário aposentado na Universidade de Oxford, tinha uns contatos quentes e encaminhou a sugestão da neta para Herbert Hall Turner, professor de astronomia na Universidade de Oxford, que estava participando de uma reunião da Royal Astronomical Society (RAS), em Londres. Já havia um debate sobre como chamariam o novo planeta, mas ninguém envolvido pensou em Plutão.
Venetia faleceu em 2009 aos 91 anosFonte da imagem: Reprodução/Universe Today
Turner respondeu Madan, dizendo-lhe que a sugestão de Venetia era excelente. Daí até o convencimento dos outros cientistas foi rápido. Na época, no Observatório Lowell, os principais candidatos eram Minerva, Zeus, Atlas e Perséfone. Quando ouviram Plutão, muitos adoraram, pois não só era apenas a nominação por um ponto de vista mitológico, mas Plutão também começava com PL, que seria em homenagem a Percival Lowell, citado na notícia do The Times (acima).
Então, finalmente, em 01 de maio de 1930, o diretor do Observatório Lowell, Vesto Slipher anunciou que o nome do nono planeta seria Plutão.

Estudo aponta a relação entre consumo de café e baixos índices de suicídio

Estudo aponta a relação entre consumo de café e baixos índices de suicídio
Pesquisadores da Universidade de Harvard acabam de identificar mais uma ação benéfica do café sobre o organismo. De acordo com o site da instituição, um estudo recente revelou que o consumo regular de café pode diminuir em 50% o risco de suicídio entre homens e mulheres.
“Diferentemente das pesquisas anteriores, analisamos informações associadas ao consumo de bebidas com e sem cafeína e identificamos que a cafeína é a substância do café que mais oferece proteção [ao organismo]”, explicou Michel Lucas, pesquisador responsável pelo estudo e membro do departamento de Nutrição da Universidade de Harvard.
Para chegar a essas conclusões, os cientistas utilizaram os dados de três grandes pesquisas realizadas nos Estados Unidos entre 1988 e 2008. Ao todo, mais de 200 mil pessoas tiveram seus hábitos alimentares analisados. Essas informações revelaram aos pesquisadores que as chances de suicídio caem pela metade entre adultos que consomem entre duas e quatro xícaras de café diariamente quando comparados àqueles que ingerem pouco ou não ingerem café.
Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock
A explicação para esse fato está no efeito que a cafeína tem no organismo. Além de estimular o sistema nervoso central, a substância age como um antidepressivo ao aumentar a produção de neurotransmissores no cérebro – como serotonina, dopamina e noradrenalina. Os pesquisadores acreditam que isso explique as menores taxas de depressão encontradas entre apreciadores do café em estudos anteriores.
Apesar disso, os autores do trabalho não recomendam que adultos depressivos aumentem sua ingestão de cafeína, pois quando o consumo da substância é maior do que o habitual, o organismo pode apresentar efeitos colaterais.
“Em resumo, nossos resultados sugerem que existem benefícios um pouco maiores para aqueles que consomem de duas a três xícaras ou 400 mg de cafeína por dia”, ressaltam os pesquisadores.
O estudo completo foi publicado no início de julho no periódico The World Journal of Biological Psychiatry.